E Quanto a Isso? Encerramento da série: a emancipação e a responsabilidade de pensar

Prezados leitores do Instituto de Autoeducação,

Com este artigo, encerra-se o ciclo que começamos com a curiosidade ociosa de Galileu. Sete etapas percorremos: o pensamento criativo e os sussurros do rebanho; o nascimento da crítica entre os gregos; Platão e Aristóteles e a dupla face da tradição; a Revolução Científica e a dúvida como início da sabedoria; o mundo transformado sem que a mente o acompanhasse; a filosofia de segurança e sanidade; e o medo como raiz silenciosa da repressão. Falta a última pergunta — a que o título deste texto, emprestado do original que o inspirou, formula com precisão: e agora, quanto a isso? O que fazemos, individualmente, com tudo o que sabemos?

A resposta começa por um reconhecimento: a nossa idade é a da responsabilidade sem precedentes. Nas palavras de Walter Lippmann, citadas no texto que inspira esta série: nunca antes tivemos de confiar tão completamente em nós mesmos. Nenhum guardião para pensar por nós, nenhum precedente a seguir sem questionar, nenhuma autoridade acima — apenas homens comuns diante da perplexidade. Somos destituídos de teto numa selva de máquinas e poderes indomáveis que assombram e atraem a imaginação. A nossa cultura está confusa, o nosso pensamento é espasmódico, a nossa emoção descontrolada. Nenhum marinheiro jamais entrou num mar tão desconhecido quanto o ser humano comum nascido no século XX. Os nossos ancestrais sabiam o caminho desde o nascimento até a eternidade; nós estamos inseguros quanto ao dia depois de amanhã. E a frase que ilumina todo o projeto de autoeducação: é com a emancipação que as tarefas reais começam. A liberdade é um desafio de busca, porque retira a tutela do mestre e o conforto do padre. Os iconoclastas não nos libertaram — atiraram-nos à água, e agora temos de nadar.

Reparem como este diagnóstico fecha, ao contrário, o que a série inteira vinha abrindo. Mostrei no primeiro artigo que a maior parte das nossas opiniões é herdada, não pensada; no segundo, que a liberdade intelectual dos gregos nasceu justamente da ausência de guardiões; no quarto, que os fundadores da ciência moderna tiveram de começar de novo. Lippmann dá o nome moderno a essa condição: emancipação. E acrescenta o que os anteriores não podiam ver — que liberdade não é descanso, é encargo. Quem se autoeduca não está fugindo das autoridades; está assumindo o posto de autoridade que elas ocupavam. É por isso que o caminho é difícil: esperam-nos novas dificuldades e aventuras, e nada será "resolvido" no sentido em que gostaríamos, pois o conhecimento continuará a crescer e inevitavelmente alterará o mundo com que temos de entender-nos. A única coisa que pode permanecer estável é uma atitude de mente — uma expectativa incansável, apropriada às regras segundo as quais o jogo da vida será jogado daqui em diante. E isso significa, na formulação mais concisa da grande revolução que enfrentamos: substituir a tradição pelo propósito.

Pensem no peso dessa inversão. Durante toda a história, o homem agiu segundo costumes que recebera prontos; a novidade era a exceção, e a repetição era a regra. Agora, quando todas as instituições humanas tão lenta e laboriosamente evoluídas são contestadas, todo consenso desafiado, todo credo desrespeitado — tanto quanto, e talvez mais, do que pelos antigos sofistas —, o chamado que nos chega é outro: explorar, testar e, se necessário, reconstruir as próprias bases da convicção, pois todas as questões abertas são novas oportunidades. As velhas luzes do farol mudaram de lugar ou se apagaram. Problemas que julgávamos pequenos assumiram dimensões cósmicas. Existe por toda parte uma sensação profunda de insuficiência, um descontentamento com velhos líderes, padrões, critérios e valores — e a percepção de que a humanidade precisa reorientar-se pelas estrelas eternas, e não mais pelos acertos de contas mortos do passado. Para o autoeducador, essa é a definição exata da sua tarefa: navegar por finalidades compreendidas, não por hábitos herdados.

A vida tornou-se, em suma, uma proposta ao mesmo tempo solene e esportiva — solene nas suas pesadas responsabilidades e na magnitude das apostas, a ponto de satisfazer os nossos anseios religiosos mais profundos; esportiva a ponto de excitar a imaginação de um aficionado ou de um explorador. Podemos jogar o jogo ou recusá-lo. E aqui o texto retoma, para encerrá-los, os dois polos que a série opôs desde o início. De um lado, a maior parte da organização humana — governamental, educacional, social e religiosa — continuando dedicada, como sempre esteve, a manter as coisas como estão e perpetuar crenças pertencentes ao passado. De outro, as associações científicas, empenhadas em revisar e ampliar o conhecimento, comprometidas com nenhuma crença ou método que não suporte a crítica de novas informações. O terrível medo de cair na mera racionalização — aquele que diagnosticamos como defesa das crenças queridas — estende-se gradualmente das ciências naturais para a psicologia, a antropologia, a política e a economia. Isso é uma resposta aplaudível à nova situação. Mas a discussão honesta dos nossos padrões sociais continua sendo prontamente tachada de heresia — tal como o pensador livre do século XVIII, que descreditava milagres em nome de um Deus demasiado sábio para violar as próprias leis, foi acusado de ateu. Quem enobrece os nossos ideais de organização social é descrito como intelectual perigoso, bolchevique de salão, alguém que quer derrubar tudo para livrar-se das restrições morais. O paralelo é exato — e a história nos ensinou, no artigo anterior, a reconhecer essa gramática de acusações em Sócrates, em Jesus, em Lutero.

Entre os argumentos favoritos dos defensores da ordem está a frase recorrente: os radicais querem conseguir algo por nada. O vice-presidente dos Estados Unidos declarou, na época, que as teorias radicais já haviam sido experimentadas vezes sem número, e sempre com completo fracasso — não são novas, são velhas; a humanidade nunca recebe algo por nada. Mas não é isso uma inversão completa da verdade? Salvo que se defina "radical" como aquilo que nunca tem sucesso, como pode quem tenha as noções mais elementares de história deixar de ver que quase tudo o que valorizamos hoje representa revoltas contra a tradição — e foi, nos seus primórdios, divergência chocante das crenças vigentes? Que dizer do cristianismo, do protestantismo, do governo constitucional, da rejeição das velhas superstições, da aceitação das ideias científicas? A humanidade sempre obteve algo por nada — pois o pensamento criativo, como vimos no primeiro artigo, é confinado a pouquíssimos, e tem sido costume desencorajar ou até matar os que o exerceram abertamente, em vez de recompensá-los. E há mais: exceto pela nossa roupa de animal, praticamente tudo o que temos nos foi entregue de graça. O mais complacente dos conservadores pode pretender ter inventado a escrita, a imprensa, as suas convicções religiosas e morais, qualquer um dos dispositivos que lhe dão comida e teto, qualquer uma das fontes do seu prazer pela literatura ou pela arte? Em resumo, a civilização é pouco mais do que conseguir algo por nada — ela é, de todos os interesses adquiridos, o direito legítimo a algo por nada. Quantas acusações estúpidas desmoronariam se essa verdade fosse aceita como base de discussão! E não há exemplo mais flagrante de esforço sistemático para obter algo por nada do que os lucros que fluem de propriedades sem que o proprietário nelas trabalhe.

Notem o que este raciocínio ensina ao autoeducador: ele é, acima de tudo, um exercício de devolver as acusações ao remetente. O exame crítico não existe para derrubar nada — existe para testar se o discurso e o fato coincidem. Quando verificamos que a acusação mais badalada ("querem algo por nada!") é exatamente o que o acusador pratica, aprendemos a lição metodológica mais importante de todas: nenhuma posição está isenta do exame, nem a nossa.

O mesmo discernimento vale para os livros. Desde a invenção da impressão, quem teme a mudança tenta conter a crítica atacando-os — classificados como ortodoxos ou heterodoxos, morais ou imorais, seguros ou perigosos, conforme o tom. Esse hábito persiste nas distinções atuais entre som e insólito, radical e conservador. Mas a pergunta sensata a fazer sobre um livro é outra: ele contribui para uma compreensão mais clara da nossa situação? Acrescenta ou reafirma considerações importantes e as inferências delas derivadas — ou é apenas expressão de descontentamento vago, denúncia de coisas simplesmente porque são como são? Confesso a minha pouca confiança nos que apenas choram aqui ou ali. É prematuro defender qualquer reconstrução ampla da ordem social; o que precisamos primeiro é de uma mudança de coração, de um ânimo sóbrio que permita a um número crescente de pessoas ver as coisas como são, à luz do que foram e do que podem ser. Nem o dogmático de um lado, com suas suposições não históricas, nem o guardião sacralizado do outro, com a sua confiança inquestionável na autoridade existente, lançam muita luz sobre a situação real. Há, felizmente, escritores de ambos os matizes — Veblen, Dewey, Hobson, Tawney, Russell, Wallas — cujos livros tornam mais claras, a qualquer leitor de mente justa, as necessidades dolorosas dos nossos tempos. Este é o critério que a autoeducação aplica a toda leitura: não de que lado está o autor, e sim se ele deixa o mundo mais visível.

Imagino os historiadores econômicos de dois séculos no futuro, desenterrando os vestígios da literatura de hoje. Muitos dos nossos autores serão descartados como dominados pelo desejo de salvar o presente incompreendido a qualquer custo; outros, como tentadores de realizar planos já desacreditados na própria época. Mas os futuros historiadores distinguirão claramente alguns que, por uma espécie de desapego persistente e ardente, conseguiram ver as coisas de perto de modo mais completo e verdadeiro do que os seus contemporâneos — e fizeram o que puderam para levar os companheiros a perceber e levar a sério os fatos que os preocupavam. Bem-aventurados os que aspiram a essa glória. No monumento erguido a Giordano Bruno no local onde foi queimado, por ter visto mais claramente do que as autoridades do seu tempo, está a inscrição que recomendo guardar: "Criado para Giordano Bruno pela geração que ele previu." Eis o horizonte do autoeducador: trabalhar para o leitor que ainda não existe.

Somos todos míopes — mas alguns usam os meios disponíveis para aguçar a visão. E, como observador, sou levado a dizer com segurança que as lentes recomendadas tanto pelos radicais quanto pelos seus oponentes exacerbados tendem a aumentar, e não a diminuir, o nosso astigmatismo natural. A independência não é um terceiro campo: é uma disciplina óptica.

E aqui chego ao ponto que dá a este artigo a sua função de fechamento — o lugar onde toda esta série desemboca. Quem acompanhou os argumentos até aqui começará a perguntar como o sistema educacional e os seus objetivos deveriam ser reorganizados, para que as próximas gerações estejam mais bem preparadas para entender a condição humana, aproveitar as suas possibilidades e proteger-se dos seus perigos com mais habilidade do que as gerações anteriores. Há um descontentamento generalizado com os métodos educacionais atuais e a sua futilidade elaborada; mas raramente encaramos a dificuldade fundamental, porque ela é obviamente dura de superar: não ousamos ser honestos com os jovens sobre o que lhes seria mais útil numa era de reconstrução imperativa. A educação, vimos, pretende preparar cidadãos votantes; mas os que forem fazer melhor que as gerações anteriores teriam de ser formados de outra maneira — recebendo das instituições e dos ideais uma atitude diversa: em vez de lhos apresentar como padronizados e sagrados, ensiná-los a vê-los como problemas meio resolvidos. E como cultivar esse julgamento quando as forças dominantes da educação dependem de quem tem interesse em preservar o sistema? Enquanto as escolas dependerem de dotações de políticos, e as universidades de apoios empresariais ou estatais, sob controle daqueles que se empenham em preservar a ordem existente da crítica, é difícil esperar uma educação que questione com honestidade as noções convencionais. Louvamos os corajosos e francos — mas somente quando as suas convicções nos são aceitáveis ou indiferentes; caso contrário, a honestidade vira imprudência.

Será que essa honestidade deveria entrar na sala de aula por portas diretas — descrever com realismo como o governo funciona de verdade, e não apenas como deveria funcionar; relatar a política dos sindicatos e as suas táticas; mostrar que nem "propriedade privada" nem "capital" são a questão real, e sim o problema novo de fornecer outros motivos para o empreendimento além da compulsão das massas trabalhadoras e dos lucros especulativos? Ensinar os jovens a distinguir a declamação vazia do político da declaração de fatos, a reconhecer que a linguagem não é principalmente veículo de ideias, mas saída emocional — com os seus arrulhos, rosnados e gritos? Sim — mas reconheçamos: essas tentativas diretas são provavelmente menos viáveis do que os métodos indiretos, em parte porque despertariam a oposição extenuante dos autoproclamados defensores da ordem, e em parte porque nenhuma inspeção imediata dos hábitos e instituições é tão instrutiva quanto o estudo da sua origem e progresso, e a comparação com outras formas de ajuste social. E aqui está, fechando o círculo, a resposta que esta série inteira foi construir: temos na História — tal como agora a concebemos — recursos grandiosos e apenas superficialmente trabalhados. Não por acaso, todos os artigos desta série foram exercícios de história aplicada ao exame do presente.

Estamos no meio da maior revolução intelectual que já alcançou a humanidade. Toda a nossa concepção de mente está mudando: começamos a entender a sua natureza e, à medida que descobrimos mais, a inteligência pode ser elevada a uma dignidade e eficácia jamais desfrutadas. Um começo encorajador foi feito nas ciências naturais; êxito semelhante pode aguardar os estudos da natureza complicada do homem, dos seus impulsos, das repressões desnecessárias e fatais que sofreu pela ignorância do passado, e da descoberta de caminhos não testados para enriquecer a existência e melhorar as relações com os nossos semelhantes.

Goethe comparou, no Fausto, a História ao Livro com Sete Selos do Apocalipse, que ninguém no céu, na terra ou sob a terra foi capaz de abrir. Todos os tipos de suposições foram arriscadas sobre o seu conteúdo — por Agostinho, Otão de Freising, Bossuet, Voltaire, Herder, Hegel — e todos foram gravemente enganados, porque o seu conhecimento era fragmentário. Ora, agora vemos que os sete selos eram sete grandes ignorâncias: ninguém sabia (1) sobre a natureza física do homem; (2) o funcionamento dos seus pensamentos e desejos; (3) sobre o mundo em que vive; (4) como se formou como raça; (5) como se desenvolve como indivíduo a partir de um pequeno ovo; (6) quão profunda e permanentemente é afetado pelas impressões esquecidas da infância; (7) como os seus ancestrais viveram centenas de milhares de anos na escura ignorância da selvageria. Os selos estão todos partidos agora. O livro está penosamente aberto para os que são capazes de lê-lo — e poucos ainda são; pois a maioria de nós se apega às suposições feitas sobre o seu conteúdo antes que alguém soubesse o que havia nele. Apegamo-nos às velhas histórias familiares, que se provam ficções, e nos custa reconciliar-nos com os ditos duros que o livro contém — a sua insistência na estupidez das pessoas "boas", o seu desprezo pelo respeitável e normal, que tantas vezes não passa de rotina hipócrita, indolência e ressentimento piedoso por ser perturbado nas garantias complacentes.

Uma coisa horrível que o Livro do Passado deixa clara é esta: com a nossa herança animal, somos extraordinariamente alheios às grandes preocupações da vida. Somos hiperssensíveis a pequenos desconfortos, irritações miúdas, vaidade ferida e sinais de perigo; mas a nossa compreensão é inherentemente vaga e indisposta diante de situações intrincadas, e quase incapaz de estabelecer uma perspectiva justa sobre os problemas e possibilidades da existência. A nossa imaginação é contida pela própria timidez, constantemente reforçada pelos avisos dos companheiros, que nos pedem sempre para sermos "seguros e sãos" — no que significam convenientes para eles, previsíveis na conduta, graciosamente passíveis aos padrões vigentes. Mas é cada vez mais perigoso ceder a essa tendência inveterada, por mais confortável e respeitável que pareça no momento. A História, como H. G. Wells exprimiu com finura, está se tornando "uma corrida entre a educação e a catástrofe". Um senso de história como aventura comum de toda a humanidade é tão necessário à paz interior quanto à paz entre as nações — pois já não pode haver paz segura senão uma paz mundial, nem prosperidade senão uma prosperidade geral, já que estamos todos tão próximos e tão intricateiramente interdependentes que as velhas noções de isolamento nobre e soberania absoluta são, simplesmente, criminosas.

E no fundo dos seus corações — ou nas profundezas do inconsciente — os conservadores sabem que toda a sua atitude diante do mundo descansa numa suposição que não encontra o menor apoio no Grande Livro do Passado. O "conservador", na medida em que é coerente com as suas profissões, está fatalmente enganado. O chamado "radical" também está quase sempre errado, pois ninguém pode prever o futuro. Mas ele trabalha com uma suposição correta: a de que o futuro, até agora, sempre se mostrou diferente do passado — e continuará a mostrar-se. Alguns de nós veem, de fato, que o futuro tende a tornar-se cada vez mais rápida e amplamente diferente do passado. O próprio conservador fornece a única ilustração da sua teoria — e mesmo essa é altamente inconclusiva: o seu estado de espírito permanece constante, mas ele se vê defendendo coisas muito diferentes conforme a época. A grande questão a defender pode ser, segundo o período, um tabu primordial, o oráculo de Delfos, o credo de Atanásio, a Inquisição, a teoria geocêntrica, a monarquia pela graça de Deus, a bruxaria, a escravidão, a guerra, o isolamento. Tudo isso tende a aparecer-lhe sob o aspecto da eternidade — mas todas essas coisas vieram, muitas já se foram, e o resto parece sujeito a modificações imprevisíveis. Este é o ensino do livro agora não selado.

E com esse ensino encerro a série. Percorremos, nestes oito artigos, um arco completo: da curiosidade ociosa que produz o pensamento criativo, passando pela dúvida grega, pela tradição que ao mesmo tempo sustenta e aprisiona, pela Revolução Científica que provou o método, pelo descompasso entre mundo novo e mente antiga, pela filosofia do conforto e pelo medo que a alimenta — até esta última lição, que devolve a tudo um sentido: o passado não é uma norma a cumprir, é um livro aberto a ler. Ler esse livro com os próprios olhos, com instrumentos próprios, à luz do que as sete ignorâncias esclareceram — isto é, em última análise, a autoeducação. Não é um programa contra nada; é um programa a favor de uma coisa só: que cada pessoa substitua a tradição pelo propósito, e troque a tutela pelo exame, antes que a catástrofe substitua a educação por nós. O risco de pensar demais é uma quimera. O risco de pensar de menos é a história inteira da nossa espécie. Escolhamos, então, com ousadia — pois fomos lançados à água, e nadar é o que esta metodologia ensina.

Com apreço, Nivia Lanznaster Instituto de Autoeducação

Instituto de Autoeducação

Professora universitária nos cursos de Psicologia e Pedagogia. Atua como psicóloga clínica, pesquisadora independente em autoeducação e autora de livros teóricos e didáticos sobre o tema. Desenvolveu a metodologia de autoeducação Guiada para diferentes níveis de ensino, a Trilha Fonética de Alfabetização, desenvolveu a Terapia Autoguiada e fundou o Instituto de Autoeducação.

https://www.institutodeautoeducacao.com/
Anterior
Anterior

Qual é o alinhamento certo entre conhecimento e habilidades individuais?

Próximo
Próximo